A arbitragem de João Pinheiro no clássico voltou a alimentar suspeitas e leituras extremadas, com críticas que apontam para uma diferença de critério entre Benfica e FC Porto. A tese de quem contesta é dura, o Benfica, apesar de ainda ser matematicamente possível, fica praticamente fora da corrida ao título quando sente que a balança não está equilibrada, e quando entende que há um Conselho de Arbitragem que não dá confiança.
No centro do protesto está um penálti que, nesta leitura, ficou por marcar. É descrita uma jogada em que Diogo Costa terá estendido a perna para travar a progressão de Pavlidis, com um toque adicional de um defesa que reforçaria a queda. Para os críticos, não era apenas um penálti, seria um momento capaz de colocar o FC Porto a tremer para o resto da época.
Diogo Costa derruba Pavlidis?
Último lance do jogo.pic.twitter.com/P1Oegb08IU
— OCamisola10 (@OCamisola10_) March 8, 2026
A mesma opinião junta a isto um contexto emocional. Depois de uma capa em Itália a criticar João Pinheiro, o árbitro teria chegado pressionado e com receio de perder nomeações internacionais. A prova, dizem, esteve na forma como correu rapidamente para jogadores do Benfica para mostrar amarelos, contrastando com uma atitude mais permissiva perante o FC Porto.
A crítica recupera ainda um episódio anterior ligado a Hjulmand, onde o árbitro terá demorado 14 minutos a justificar um penálti para o Sporting, usando esse exemplo para sustentar a ideia de padrão.
Resultado, cresce a convicção de que vencer em Portugal é também vencer fora do jogo.

