Mourinho voltou a tocar na ferida, e fê lo com uma frase que resume o sentimento de muitos benfiquistas. “Se a cor da camisola fosse diferente, marcavam penálti.” Não foi uma boca solta nem um desabafo vazio, foi uma leitura direta do que se passou em campo e do que se repete demasiadas vezes no Tugão.
O jogo de ontem deixou lances na área que, para quem vê futebol com critério, podiam ter dado grande penalidade. Para o Benfica, ficou a sensação de que houve um travão mental no árbitro, como se apitar a favor das águias fosse automaticamente um problema, porque o ruído mediático já decidiu que o Benfica tem muitos penáltis e os outros têm poucos.
Mourinho: “Se a cor da camisola fosse diferente, marcavam penalty.”
Como é António Nobre com o seu Sporting? Têm aí.
O que Mourinho disse são apenas factos. Caso a camisola fosse de cor diferente, tinham sido marcados 3/4 penáltis no jogo de ontem.
Bem-vindos ao Tugão.
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— Porto ao Colo (@PortoaoColo2019) February 14, 2026
A crítica aponta também para a figura de António Nobre, associado há anos a polémicas e à eterna discussão sobre ligações clubísticas, neste caso ao Sporting. E quando o árbitro entra em campo com esse peso às costas, qualquer decisão fica condicionada, e a dúvida passa a ser regra.
Mourinho diz que são factos, e quem olha para os lances percebe a mensagem. Se a camisola fosse outra, o apito tinha soado três ou quatro vezes. Bem vindos ao Tugão, onde a cor conta, e o critério varia.

