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Página de Facebook “Polvo das Antas” faz divulgação escandalosa sobre a arbitragem

Este é uma postagem da autoria do Polvo das Antas.

“Hoje vamos revelar a maior das investigações. Tráfico de influências, favores, branqueamento e fraude fiscal. Os nomes, atuações e como tudo funciona numa teia que tudo domina e controla no futebol português.

O Presidente do Conselho de arbitragem está casado com a observadora Eliana Pinelo. Então como pode ser isto? Existe logo aqui incompatibilidade de funções. Um dos dois tem de se demitir, não podem é exercer os dois cargos inconciliáveis.
Esteve envolvido numa transferência do filho ainda menor para o SCP e embora receba 10.000 € por mês, os gastos que realiza são incompatíveis com o nível de vida que faz, assim como as despesas que suporta e que realiza.

Dr. Paulo Costa (Vice-Presidente da Secção não profissional) (existe um conflito de interesses com o irmão) (O arbitro C1 Rui Costa é seu irmão e é sempre favorecido).

Como é possível?

Grosso modo, pelo regulamento de arbitragem, um árbitro não pode pertencer aos quadros federativos se tiver um observador (um ou outro) ou se tiver relações de familiares diretos. Mas então como é possível este senhor conviver diariamente com a família?
O arbitro Alfredo Braga que tem um sobrinho observador também ele não podia, mas o certo é que a situação apesar de denunciada permanece impune.
(isto são incompatibilidades no Regulamento de arbitragem)

O referido Vice-Presidente atuou, e atua, nas classificações C1 e C2 (nestas o ano passado teve um jantar, por grupos, com os árbitros C2 e tinha as notas todas à frente); ficou provado por acórdão proferido em 2017 pelo Conselho de Justiça que atuava nas notas dos árbitros da C1 (a classificação foi anulada quanto ao arbitro João Pinheiro); o CA corrigiu o caso, tirando-o apenas das notas do João Pinheiro. Então e as notas de todos os outros?

Então ao intervir nas outras não influenciou as notas do João Pinheiro? A lei de bases, regulamentos, estatutos FPF e outros não proíbem que quem nomeia não pode avaliar?

Quantas normas se violaram?

Onde está a igualdade? Onde está a transparência?

Sugestionava quem o ouvia para não favorecer A ou B. Isto passou-se várias vezes e era reportado por todos os árbitros e árbitros assistentes. Onde está a isenção deste senhor? Não falo em clubes mas esta frase era reportada vezes e vezes sem conta.

Dr. Bertino Miranda (Vogal de secção profissional) decide as classificações dos assistentes. Falou pessoalmente a José́ Braga e a Tiago Rocha, árbitros que tinham todo o interesse em recorrer para saber da disponibilidade de ambos atuarem como colaboradores na academia da arbitragem. Após o decurso do prazo de recurso não mais foram contactados, evitou assim reclamações e alaridos públicos com eventual decisão contrária a sair do recurso que aqueles pretendiam interpor.
Segundo ele, “se não se puder fazer … mais vale pagar, escândalos é que não.”

Miguel Aguilar Assessor da FPF como não recorreu foi compensado. Foi nomeado pelo conselho de arbitragem por ser fiel ao grupo.

Ricardo Duarte (vendeu a alma ao diabo para ser membro do Conselho de arbitragem) está ligado a um grupo que atua próximo dos árbitros e árbitros assistentes, condicionando jogos e pressionando-os a comportamentos que implicam decisões contrárias ao regulamento de jogo.

Lucílio Baptista (falsificação de documentos) (presidente e os outros dois são vogais), Pedro Portugal e Albano Fialho, estes três são a Secção de Classificações.

Estes três são os responsáveis pela alteração das notas introduzidas na plataforma informática. São eles quem alteram as notas a seu bel prazer de forma a penalizar quem age corretamente e protegem os interesses de quem atua conforme as diretrizes do Ricardo Duarte falsificando no computador as notas que lhes são transmitidas. Isto pode ser observado através da alteração informática das notas que depois de inseridas são adulteradas. Bastará para tanto correlacionar as notas dos observadores dos jogos com as notas que foram alteradas na plataforma informática.

As noticias vindas a publico são muitas, mas não encontram eco numa investigação profunda e séria.

Vasco Santos (VAR) – o pai era da PJ e é um elemento necessário a informações. Este é um dos elementos chave para colher informações quando são canalizadas queixas para o DCIAP ou TIC. Manteve a categoria de arbitro C1 e foi para VAR. Não conseguia passar sequer nas provas físicas, mas foi sempre classificado e avaliado sempre por pessoas que adulteravam os valores. Todos os árbitros são testemunhas deste facto.

Na época 17/18 nas primeiras provas de aferição realizadas no Luso, o Sr. Vasco Santos passou sem cumprir os mínimos das provas físicas? Porquê? Se não tinha cumprido as provas físicas que são um item necessário porque razão o aprovaram?

– Falsificação de documentos:

Em causa estão as classificações dos árbitros da época de 2016/2017, por falsificação das notas atribuídas pelos observadores de campo no sistema informático. Houve manipulação das notas nos computadores, já́ que os observadores deram notas que foram adulteradas. As notas foram modificadas e há árbitros que sabem perfeitamente desta situação. Bastará para tanto verificar todos aqueles que impugnaram as notas.

Não dão acesso a documentos aos árbitros. Porque será́? É que assim podem sempre modificar na plataforma informática as notas. Volvidos meses nenhum observador vai ver a nota que aparece na plataforma informática, até porque o que aparece no critério de descida é apenas a não classificação. Mas há árbitros que tiveram mais de cinco negativas e foram classificados. Quem manipula então as notas nos computadores e falsifica as notas para haver quem passe?

Prova testemunhal desta situação: arbitro João Pinheiro que foi uma das vítimas. Outros árbitros sabedores desta situação poderão ser o AAC1 Jorge Ferreira e o arbitro Gonçalo Martins, todos eles recorrentes de injustiças perpetradas.

– Tráfico de influências:

Álvaro Mesquita arbitro teve 8/9 notas negativas, acabou nas últimas jornadas com notas de muito bom. (Fazia parte da equipa do Jorge Sousa).
O Bertino Miranda que avalia os assistentes era colega de equipa do Jorge Sousa.
É obvio que o meu amigo é amigo do meu amigo.
Sérgio Jesus esteve envolvido no apito dourado. Teve 5 notas negativas, mas sempre que recorre ganha. Porque será́?

• Sobre as suspeitas:
Os vários Incumprimentos da legalidade, imparcialidade, incompatibilidades diversas e o abuso de poder.
Fazem o que querem, pois, as decisões do Conselho de Justiça, embora contrariem as imposições decorrentes dos recursos, nunca são cumpridas; não nomeiam os árbitros que ganham os recursos de decisões que forem impugnadas e sem qualquer fundamento deixam estes árbitros votados ao isolamento total.

Fazem classificações como se lembram e como querem sendo certo que as classificações não têm por regra o mérito nem as verdadeiras notas.
Não prestam cavaco a ninguém.

Esta época desceram o arbitro Jorge Ferreira, sendo que na época anterior a essa, por situações idênticas não desceram ninguém.

Elaboram segundas atas para corrigirem as classificações de acordo com o que pretendem.
Não fazem a revisão de notas e apesar dos inúmeros requerimentos muitas das vezes são pedidos deferimentos tácitos que também não merecem despacho.

Não respondem aos mails dos árbitros e não dão acesso à documentação.
Condicionam os árbitros e pressionam a arbitragem a defender as suas decisões.

Aplicam os critérios que querem, para quem querem, a uns dão boas notas e a outros más notas com lances iguais, bastará ver as imagens de vídeo do VAR e as classificações que deram por referencia a lances iguais.

Lucílio Baptista disse que não haviam classificações. Disse também que o arbitro Jorge Ferreira tinha sido avaliado com insatisfatório e depois no Conselho de Justiça disse “Bom” (o depoimento Jorge Ferreira pode confirmar isto);

As classificações que vieram a público foram feitas depois do dia 1 de junho, ou seja, primeiro desceram quem quiseram e depois manipularam os dados no sistema informático.

As percentagens de notas negativas atribuídas em ata a cada um dos AAC1 que desceram não batem certo com as que eles efetivamente têm.

Qual o objetivo disto tudo?

Eles enviaram convites a dois AAC1 em que os convidavam a colaborar com a Academia de Arbitragem – mal passaram os prazos de recurso, nunca mais ninguém falou com eles.

– Os atuais VAR surgem de esquemas semelhantes de forma a evitar recursos.

– AFPF disse no 6 às 9 que tudo se baseava na transparência e igualdade, mas quando se dá notas a dedo que igualdade existirá?

– O CA (Conselho de Arbitragem) é obrigado legalmente e emitir normas e fazer classificações e no ano passado não o fez (parecer da APAF).

– Branqueamento:

Os dinheiros canalizados para empresas amigas que procederam à construção da cidade de futebol e que permitiram um desvio colossal de verbas. Foram mais de muitos milhões. E o que se faz em prol das empresas da família?

– Fraude Fiscal:

O dinheiro pago e recebido por privilégios concedidos a equipas de futebol, dirigentes e agentes de futebol que não é contabilizado, muitas das vezes pagos através de sacos azuis. Por exemplo os clubes desviam dinheiros com floristas, assistentes, rececionistas, despesas com buffets e lançam essa verba em dias de jogo grande para depois pagarem com esse dinheiro desviado o pagamento dos árbitros. Até a água comprada serve para camuflar desvios de capital. Diz-se sempre que se gasta muito dinheiro em água, mas o que se passa é que a agua é para apagar o fogo insaciável de quem gere o mundo da arbitragem e tem que pagar a corrupção.

Todos eles incorreram nos crimes enunciados.

Aquando da realização das buscas à FPF e ao Conselho de arbitragem faremos chegar nomes e documentos para que os possam inquirir.

Salientamos que toda esta informação que vos damos hoje a conhecer, já se encontra com a devida participação junto das entidades competentes.

Em breve existirão mais novidades.

Um.

Por.

Um.

Todos vão ser expostos.

A equipa do Polvo das Antas”.

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